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manpages-pt_20040726-2_all 
NOME
utmp, wtmp - Registro de login
SINOPSE
#include <utmp.h>
DESCRIÇÃO
O arquivo utmp permite a descoberta de informações sobre quem está
usando o sistema atualmente. Pode ter mais que um usuário usando o
sistema, por que nem todos programas usam o registro utmp.
Advertência: utmp não deve ter autorização para escrita, porque muitos
programas de sistema (imprudentemente) dependem desta intergridade.
Você arrisca falsificar os arquivos de log do sistema e modificações
dos arquivos de sistema se você autorizar a escrita em utmp para
qualquer usuário.
O arquivo é um seqüencia de entrada com a seguinte estrutura declarada
no arquivo include (note que isto é somente uma de várias definições ao
redor de; detalhes depende da versão da libc):
#define UT_UNKNOWN 0
#define RUN_LVL 1
#define BOOT_TIME 2
#define NEW_TIME 3
#define OLD_TIME 4
#define INIT_PROCESS 5
#define LOGIN_PROCESS 6
#define USER_PROCESS 7
#define DEAD_PROCESS 8
#define ACCOUNTING 9
#define UT_LINESIZE 12
#define UT_NAMESIZE 32
#define UT_HOSTSIZE 256
struct exit_status {
short int e_termination; /* status de terminação do processo. */
short int e_exit; /* status de saÃda do processo. */
};
struct utmp {
short ut_type; /* tipo de login */
pid_t ut_pid; /* pid do processo de login */
char ut_line[UT_LINESIZE]; /* no do dispositivo tty - "/dev/" */
char ut_id[4]; /* init id ou abreviação do nome do dispositivo tty */
char ut_user[UT_NAMESIZE]; /* nome do usuário */
char ut_host[UT_HOSTSIZE]; /* nome da máquina para login remoto */
struct exit_status ut_exit; /* O status de saÃda do processo
marcado como DEAD_PROCESS. */
long ut_session; /* session ID, usado para windowing */
struct timeval ut_tv; /* hora de entrada. */
int32_t ut_addr_v6[4]; /* endereço IP de máquina remotas. */
char pad[20]; /* Reservado para uso futuro. */
};
/* Hacks para compatibilidade pregresa. */
#define ut_name ut_user
#ifndef _NO_UT_TIME
#define ut_time ut_tv.tv_sec
#endif
#define ut_xtime ut_tv.tv_sec
#define ut_addr ut_addr_v6[0]
Esta estrutura fornece o nome do arquivo especial associado com o
terminal do usuário, o nome de login do usuário, e a hora de login na
forma de time(2). Campos de cadeia de caracteres são terminado por
â€â€™\0â€â€™ se eles forem mais curtos que o tamanho do campo.
A primeira entrada sempre criado resulta do processamento de init(8) em
inittab(5). Antes um entrada é processada, de qualquer forma, init(8)
coloca em ordem utmp pela colocação de ut_type para DEAD_PROCESS,
liquidando ut_user, ut_host e ut_time com bytes nulos para cada
registro no qual ut_type não é DEAD_PROCESS ou RUN_LVL e onde não
existe processo com PID ut_pid. Se registros não vazios com o
necessário podem se encontrados ut_id, init cria um novo. Ele fixa
ut_id a partir de inittab, ut_pid e ut_time para valores atuais e
ut_type para INIT_PROCESS.
getty(8) localiza a entrada pelo pid, alterando ut_type para
LOGIN_PROCESS, alterando ut_time, ajustando ut_line e aguardando que a
conexão possa ser estabeleciada. login(8), depois que um usuário é
autenticado, alteração de ut_type para USER_PROCESS, alteração de
ut_time e ajustando ut_host e ut_addr. Dependendo de getty(8) e
login(8), registros pode ser localizados por ut_line no lugar do
preferido ut_pid.
Quando init(8) encontra um processo que já saiu, ele localiza a entrada
dele em utmp por ut_pid, ajusta ut_type para DEAD_PROCESS e limpa
ut_user, ut_host e ut_time com bytes nulos.
xterm(1) e outros emuladores de terminal criam diretamente um registro
USER_PROCESS e geram o ut_id pelo uso das duas últimas letras de
/dev/ttyp%c ou pelo uso de p%d para /dev/pts/%d. Se eles acham um
DEAD_PROCESS para esta id, eles reutilizam esta, de outra forma eles
criam uma nova entrada. Se eles puderem, eles irão marcar isto como
DEAD_PROCESS na saÃda e isto é avisado que eles são nulos ut_line,
ut_time, ut_user and ut_host também.
xdm(8) não deveria criar um registro utmp, por que não havia um
terminal assinalado. Deixando ele criar em irá rsular em problemas
como: finger: não pode iniciar /dev/machine.dom. Ele deveria criar as
entradas wtmp, de qualquer forma, justamnete como ftpd(8) faz.
telnetd(8) ajusta para LOGIN_PROCESS entrada e deixa o resto para
login(8) como usual. Depois que terminar a seção telnet, telnetd(8)
limpa utmp na forma descrita.
O campo wtmp registra todos os logins e logouts. O formato dele é
exatamente como utmp excto que um nome de usuário nulo indica um logout
no termina; associado. Além do mais, o nome do termina; "~" com o nome
do ususário "shutdown" ou "reboot" indicam um sistema em desigamento ou
em reinicialização e o par de nomes de terminal "|"/"}" logs o
velho/novo tempo de sistema quando a date(1) é alterada. wtmp é mantido
por login(1), e init(1) e algumas versões de getty(1). Nenhum do dois
programas criam o arquivo, assim se ele é removido o registro é
desligado.
ARQUIVOS
/var/run/utmp
/var/log/wtmp
DE ACORDO COM
As entradas utmp conforme nenhum dos dois v7/BSD nem para o SYSV: Eles
são uma mistura do dois. v7/BSD tem poucos campos; o mais importante
ele caresce de ut_type, no qual processos nativos v7/BSD como programas
para exibir (por exemplo) entrada dead ou login. Além disto não havia
um arquivo de configuração na qual determina slots para a sessão. BSD
faz assim, porque ele caresce dos campos ut_id. No Linux (como no
SYSV), o campo ut_id de um registro nunca deverá ser alterado logo ele,
o qual preserva registros slot sem a necessiada de um arquivo de
configuração. Limpado ut_id pode resultar na saÃda de condições
dominantes para as entradas utmp corrompidas e posÃveis furos de
segurança. Limpando os campos mencionados acima saciando eles com butes
nuloas ele não segue a semantica SYSV, mas ele permite executar muitos
programas o qual assume a semântica do BSD e cada qual não modifica
utmp. Linux usa as convenções BSD para linha de conteúdo, como
documentado.
SYSV somente usa o tipo de campo para marcar eles e mensagem
informativa de logs como por exemplo "new time" na linha do campo.
UT_UNKNOWN aparenta ser uma invenção do Linux. SYSV não tem os campos
ut_host ou ut_addr_v6.
Diferente de vários outros sistemas, onde o logging de utmp podem ser
desativados pela remoção do arquivo, utmp sempre deve exister no Linux.
Se você procurar desabilitar who(1) então não faça a palavra utmp
legivel.
Note qye a estrutura utmp vinda da libc5 foi alterada na libc6. Por
causa disto, binários usando a estrutura da libc5 serão corrompidos
/var/run/utmp e/ou /var/log/wtmp. Sistema Debian incluem um patch da
libc5 que usa o novo formato do utmp. O problema ainda existe com wtmp
desde que ele seja diretamente acessado pela libc5.
RESTRICÕES
O formato do arquivo é dependente da máquina, que assim seja
recomendado que ele será processado somente na arquitetura da máquina
onde foi criado.
PROBLEMAS
Esta página é baseada no libc5, possivelmente a ação trabalhe de
maneira distinta agora.
VEJA TAMBÉM
ac(1), date(1), getutent(3), init(8), last(1), login(1), updwtmp(3),
who(1)
TRADUZIDO POR LDP-BR em 21/08/2000.
André L. Fassone Canova <lonelywolf@blv.com.br> (tradução) Carlos
Augusto Horylka <horylka@conectiva.com.br> (revisão)
2/07/1997 UTMP(5)