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manpages-pt_20040726-4_all 
NOME
ln - cria uma ligacao simbolica entre arqvuios
SINOPSE
ln [op,c~oes] origem [destino]
ln [op,c~oes] origem... diret'orio
Opcoes POSIX: [-f]
Opcoes GNU (forma reduzida): [-bdfinsvF] [-S backup-suffix] [-V
{numbered,existing,simple}] [--help] [--version] [--]
DESCRI,C~AO
Existem dois conceitos de 'ligacao'no Unix, usualmente nomeadas de
ligacao forte e ligacao fraca. Uma ligacao forte e exatamente um nome
para o arquivo. (E um arquivo pode ter varios nomes. Aquilo so e
apaguado do disco somente quando o ultimo nome e removido. O numero de
nomes e dado por ls(1). Nao havia coisa semelhante no nome 'original':
todos os nome tem o mesmo status. Usualmente, mas nao necessariamente,
todos os nomes do arquivo encontrado no sistema de arquivos contem os
mesmo dados.)
Uma ligacao fraca (ou ligacao simbolica, ou symlink) e um material
totalmente diferente: e um pequeno arquivo especial que contem o nome
de caminho. Assim, a ligacao fraca pode apontar arquivos em diferentes
sistemas de arquivos (talvez NFS montadas de diferentes maquinas), e
nao precisa de ponto para o arquivo existente atualmente. Quando
acessado (com a chamada de sistema open(2) ou stat(2) , uma referencia
para o symlink e substituida pelo nucleo do sistema operacional com uma
referencia para o arquivo nomeado no nome de caminho. (De qualquer
forma, com rm(1) ou unlink(2) a ligacao e removida, nao o arquivo que
ela aponta. Estas sao chamadas especiais de sistema lstat(2) e
readlink(2) que leem o status do symlink e para onde aponta o nome do
arquivo. Para varias outras chamadas de sistema ha um pouco de
incerteza e variacao entre sistemas operacionais fazem com que as
operacoes atuem no proprio symlink, ou no arquivo apontado.
ln cria ligacoes entre arquivos. Por padrao, ele cria ligacoes fortes;
com a opcao -s , ele cria ligacoes simbolicas (ou 'fracas').
Se somente um arquivo e fornecido, a ligacao daquele arquivo e feita
dentro do diretorio atual, o qual e, criado um link para aquele arquivo
no diretorio atual, com o nome igual para (o ultimo componente sobre) o
nome daquele arquivo. (Isto e uma extensao GNU.) De outra forma, se o
ultimo argumento e o nome de um diretorio existente, ln devera criar
uma ligacao para cada arquivo de origem mencionada naquele diretorio,
como o nome iqual ao (o ultimo componente de) nome daquele arquivo de
origem . (Veja a descricao da opcao --no-dereference abaixo.) De
outra forma, se somente dois arquivos sao fornecidos, ele cria uma
ligacao nomeada destino para o arquivo de origem. Sera um erro se o
ultimo argumento nao for um diretorio e mais que dois arquivos forem
fornecidos.
Por padrao, ln nao remove arquivos ou ligacoes simbolicas existentes.
(Assim, e possivel o seu uso para propositos de fechamento: que so tera
sucesso se destino ja nao exista.) Mas pode ser forcado a fazer assim
com a opcao -f.
Em implementacoes existentes, e possivel criar ligacoes fortes para um
diretorio, isto pode ser feito somente pelo super-usuario. POSIX proibe
a chamada de sistema link(2) e o utilitario ln de criar ligacoes fortes
para diretorios (mas nao proibe de criar ligacoes forte entre sistemas
de arquivos diferentes).
OPC~OES POSIX
-f Remove o arquivo de destino existente.
OP,C~OES GNU
-d, -F, --directory
Permite que o super usuario crie ligacoes fortes para
diretorios.
-f, --force
Remove o arquivo de destino existente.
-i, --interactive
Questiona se remove o arquivo de destino existente.
-n, --no-dereference
Quando e fornecido uma destinacao explicita daquele symlink para
um diretorio, trata o destino como se fosse um arquivo normal.
Quando o destino e no diretorio atual (e nao um symlink para
ele), nao ha ambiguidade. A ligacao e criada naquele diretorio.
Mas quando o destino especificado e um synlink para um
diretorio, ha dois modos para tratar o pedido do usuario. ln
pode tratar o destino como um diretorio normal e criar uma
ligacao para ele. Na outra interpretacao, o destino pode ser
visualizado nao como diretorio - e sim como uma symlink para
ele. Neste caso, ln dever apaguar ou criar um backup daquele
symlink antes de criar o novo link. O padrao e para se tratar o
destino como um symlink para o diretorio como se fosse um
diretorio.
-s, --symbolic
Cria ligacoes fracas ao inves de ligacoes fortes. Esta opcao
meramente produz uma mensagem de erro nos sistemas que nao
suportam ligacoes fracas.
-v, --verbose
Descreve toda acao ocorrida para cada ligacao.
OP,C~OES BACKUP GNU
As versoes GNU de programas como cp, mv, ln, install e patch podem
criar backup de sobre os arquivos que foram reescritos, alterados ou
destruidos se isto e desejado. Aqueles arquivos de bakcup se desejados
sao indicado pela opcao -b. Como eles deveriam ser nomeados e
especificado pela opcao de -V. No caso do nome do arquivo posterior e
determinado para o nome de um arquivo estendido por um sufixo, este
sufixo e especificado pela opcao de -S.
-b, --backup
Cria backups dos arquivos reescritos ou removidos
-S SUFFIX, --suffix=SUFFIX
Anexo SUFFIX para cada backup feito. Se esta opcao nao e
especificada, o valor da variavel de ambiente
SIMPLE_BACKUP_SUFFIX e usada. E se SIMPLE_BACKUP_SUFFIX nao e
selecionada, o padrao e `~'.
-V METHOD, --version-control=METHOD
Especifica como os arquivos de copias de seguranca serao
nomedos. O argumento do METHOD pode ser 'numbered' (ou 't'),
'existing' (ou 'nil'), ou 'never' (ou Se esta opcao nao e
especificada o valor da variavel de ambiente VERSION_CONTROL e
usada. E se VERSION_CONTROL nao e selecionada, o tipo a copia de
seguranca padrao e 'existing'.
Esta opcao corresponde a variavel do Emacs 'version-control'.
Os M'ETODOS validos sao (sao aceitas abreviacoes unicas):
t, numbered
Sempre cria backups numerados.
nil, existing
Cria backups numerados dos arquivos que ja os tem ,
simples auxilio dos outros.
never, simple
Sempre cria backups simples.
OP,C~OES PADR~AO GNU
--help Imprime a mensagem de uso na saida padrao e sai.
--version
Imprime a versao na saida padrao e sai.
-- Encerra a lista de opcao.
AMBIENTE
As variaveis LANG, LC_ALL, LC_CTYPE and LC_MESSAGES tem seu significado
usual.
OBEDECENDO
POSIX 1003.2. De qualquer forma, POSIX 1003.2 (1996) nao cita as
ligacoes fracas. Ligacoe fracas foram introduzidas pelo BSD, e nao
ocorrem nas especificacoes do System V release 3 (e anteriores).
VEJA TAMB'EM
ls(1), rm(1), link(2), lstat(2), open(2), readlink(2), stat(2),
unlink(2)
NOTAS
Esta pagina descreve como ln e encontrada no pacote Utilitarios de
Arquivos 4.0; outras versoes podem ser um pouco diferente. Envie
correcoes e adicoes para aeb@cwi.nl. Relatorio de problemas no
programa para fileutils-bugs@gnu.ai.mit.edu.
TRADUZIDO POR LDP-BR em 21/08/2000.
Andre L. Fassone Canova <lonelywolf@blv.com.br> (traducao) Ricardo C.O.
Freitas <english.quest@best-service.com> (revisao)
Utilitarios de Arquivos GNU 4.0 11/1998 LN(1)